Publicado por: J.Pinto | 2012/04/30

Onde é que para a coerência?


Do ponto de vista fiscal, o Bloco de Esquerda tem vindo a defender o aumento de impostos para as grandes empresas e para as grandes fortunas. Francisco Louçã, líder do Bloco de Esquerda, insurgiu-se hoje contra o novo imposto sobre as grandes superfícies, visto que ele acabará por sobrar para os consumidores. Completamente de acordo. Mais impostos sobre as empresas, além de penalizarem os que criam emprego e ajudam a economia, refletem-se no agente económico final, os consumidores.

Apesar de, tal como Louçã, não concordar com o novo imposto sobre as grandes superfícies, a minha posição tem sido muito mais coerente. Por que razão é que este imposto se irá refletir sobre os consumidores e o imposto sobre as grandes empresas ou sobre os lucros destas não têm essa consequência?


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