Publicado por: J.Pinto | 2010/06/11

Umas no cravo, outras na ferradura


Assisti recentemente ao programa da SIC Notícias, “negócios da semana”, em que o convidado era o reputadíssimo economista Silva Lopes. A certa altura falou da elevada despesa pública em Portugal que, segundo ele (e eu concordo), é muito elevada e está ao nível dos países mais ricos. Segundo o convidado do programa, devem-se tributar as despesas que envolvam importações e não o produto nacional. Neste sentido, sugeriu uma maior tributação da gasolina, apesar da mesma já ser da mais elevada da Europa – preço muito influenciado pela alta taxação dos combustíveis -, admitindo, no entanto, que os portugueses já são dos que mais pagam nos combustíveis.

 Como pode alguém pensar em tributar ainda mais as pessoas e as empresas, sabendo que as empresas portuguesas pagam mais do que a maior parte dos seus concorrentes europeus naqueles bens? Compreendo a ideia, há que incentivar o consumo de produção nacional em detrimento do incentivo à compra dos bens importados, mas o exemplo da gasolina ou gasóleo não poderia ser mais inoportuno.

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