Publicado por: J.Pinto | 2010/05/03

Como vão os gregos pagar a crise


Vejam aqui algumas das medidas previstas pelo governo helénico para fazer descer o défice orçamental abaixo dos 3% até 2014. De outra forma não poderia ser.

As despesas correntes vão sofrer diversos cortes (aumento da idade da reforma, corte dos 13º e 14º mês, etc.) ao mesmo tempo que os impostos terão de aumentar (IVA passa dos actuais 21 para 23%; aumento dos impostos sobre o tabaco e combustíveis em 10%, etc.).

No fundo, poder-se-á afirmar com alguma objectividade que uma crise estrutural das contas públicas repercutir-se-á obrigatoriamente num aumento das receitas correntes (impostos) e diminuição das despesas correntes (custos com pessoal, despesas de funcionamento, pensões sociais, etc.), afectando, deste modo, também o valor da despesa de capital. Quando esta crise financeira (das contas públicas) coincide com uma crise económica, a incapacidade de se aumentarem as despesas de capital (investimento) pode prolongar os sacrifícios durante largos anos….


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